Nesta postagem, decidi mostrar duas maravilhosas apresentações de dança.
Além de lindas e sensíveis, elas são também muito especiais.
Para que vocês compreendam o porquê, escrevi dois breves textos:
Na primeira, vocês verão Aline Fávaro Tomaz, que tem 31 anos e é bailarina clássica.
Nascida em São Bernardo do Campo, foi colocada no balé ainda criança e logo, apaixonou-se pela dança. Aos 13 anos, decidiu que dançaria com sapatilhas de ponta, assim como outras bailarinas que costumava ver em apresentações.
Hoje, a menina que virou mulher se apresenta profissionalmente e já representou o Brasil em Madrid. Ela segue evoluindo mais e mais, sempre conquistando novas vitórias.
É nítido que Aline, desde que nasceu, possui algo a mais: perseverança, dedicação, sensibilidade... e um cromossomo 21 adicional.
Aline tem Síndrome de Down.
A Síndrome de Down possui fenótipo (expressão das características causadas pelas informações contidas nos genes) peculiar: Olhos amendoados, prega simiesca (única prega nas palmas das mãos), orelhas mais baixas e hipotonia muscular (baixo tônus muscular; falta de força).
Mesmo com a hipotonia, Aline é a única bailarina com Síndrome de Down, até hoje, a dançar nas pontas dos pés.
A bailarina lançou, no ano passado, um livro que conta sua trajetória: "A Bailarina Especial", de Aline Fávaro Tomaz (Panda Books, 2012).
Assistam a uma de suas apresentações e sintam algo que seja, "Talvez, Amor":
Na segunda apresentação, vocês verão James Hobley, um britânico, que, na época em que o vídeo foi feito, tinha onze anos (hoje, tem quatorze). Ele foi descoberto em um programa de TV: "Britain's Got Talent". Começou a dançar aos oito anos e já ganhou vários prêmios.
James possui flexibilidade e talento incríveis... e é autista.
O autismo é um transtorno que ainda não possui causa conhecida. O número de diagnósticos vem aumentando, sendo que ainda não se pode afirmar se isso se deve a um real aumento de casos ou ao maior conhecimento que se tem sobre o assunto no meio científico. Mesmo assim, a maioria dos pediatras ainda não está preparada para reconhecer os sinais, o que prejudica o tratamento.
No entanto, um autista não é igual ao outro. Há autistas severos, que nunca chegam a falar e até têm deficiência intelectual, mas também há autistas leves, que têm inteligência normal ou até superior.
Falar aqui sobre autismo exigiria muitas e muitas linhas, pois se trata de um assunto complexo...
Para que vocês compreendam o porquê, escrevi dois breves textos:
Na primeira, vocês verão Aline Fávaro Tomaz, que tem 31 anos e é bailarina clássica.
Nascida em São Bernardo do Campo, foi colocada no balé ainda criança e logo, apaixonou-se pela dança. Aos 13 anos, decidiu que dançaria com sapatilhas de ponta, assim como outras bailarinas que costumava ver em apresentações.
Hoje, a menina que virou mulher se apresenta profissionalmente e já representou o Brasil em Madrid. Ela segue evoluindo mais e mais, sempre conquistando novas vitórias.
É nítido que Aline, desde que nasceu, possui algo a mais: perseverança, dedicação, sensibilidade... e um cromossomo 21 adicional.
Aline tem Síndrome de Down.
A Síndrome de Down possui fenótipo (expressão das características causadas pelas informações contidas nos genes) peculiar: Olhos amendoados, prega simiesca (única prega nas palmas das mãos), orelhas mais baixas e hipotonia muscular (baixo tônus muscular; falta de força).
Mesmo com a hipotonia, Aline é a única bailarina com Síndrome de Down, até hoje, a dançar nas pontas dos pés.
A bailarina lançou, no ano passado, um livro que conta sua trajetória: "A Bailarina Especial", de Aline Fávaro Tomaz (Panda Books, 2012).
Assistam a uma de suas apresentações e sintam algo que seja, "Talvez, Amor":
Na segunda apresentação, vocês verão James Hobley, um britânico, que, na época em que o vídeo foi feito, tinha onze anos (hoje, tem quatorze). Ele foi descoberto em um programa de TV: "Britain's Got Talent". Começou a dançar aos oito anos e já ganhou vários prêmios.
James possui flexibilidade e talento incríveis... e é autista.
O autismo é um transtorno que ainda não possui causa conhecida. O número de diagnósticos vem aumentando, sendo que ainda não se pode afirmar se isso se deve a um real aumento de casos ou ao maior conhecimento que se tem sobre o assunto no meio científico. Mesmo assim, a maioria dos pediatras ainda não está preparada para reconhecer os sinais, o que prejudica o tratamento.
No entanto, um autista não é igual ao outro. Há autistas severos, que nunca chegam a falar e até têm deficiência intelectual, mas também há autistas leves, que têm inteligência normal ou até superior.
Falar aqui sobre autismo exigiria muitas e muitas linhas, pois se trata de um assunto complexo...
Por isso, nesse momento, assistam ao vídeo da apresentação de James e concluam que as diferenças estão em toda parte - não há duas pessoas iguais - e que todos temos deficiências.
Vale mais a pena enxergarmos as qualidades, e não o que chamamos de "defeitos":
Carmem Toledo.
